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Locke

Locke defende a moral. O valor moral é um dever que o homem tem que possuir, tendo lei ou não. Não precisa da lei se não tiver um princípio moral em você. Então o que precisa na sociedade não são as leis e sim a moral! Para ter moral não basta ter construído uma em abstrato, embora racional. É preciso torná-la uma obrigação mesmo que se imponha à nossa vontade. É natural no homem a tendência para o próprio bem-estar e a negação quanto ao livre arbítrio, sendo assim nós nos inclinamos para um bem determinado, porém devemos desejar o bem maior. Falando de felicidade, podemos afirmar que esta é atingida quando sentimos que nada falta em nossa vida. Mesmo que contraditório, o homem é livre, mas não pode agir livremente, pois tem que seguir a moral, as regras. O homem não tem livre arbítrio. Você pode criar suas regras, porém não pode praticá-las por ter que seguir a moral e respeitar a lei maior.


 

Discriminação positiva



     Vemos a discriminação em geral como algo negativo, pois sempre entendemos esta como forma de excluir e inferiorizar o diferente ou incapacitado. Porém alguns são discriminados positivamente, ou seja, são prejudicados pela sua origem histórica que faz com que hoje seja desfavorecido. Então, as pessoas por terem menos, são favorecidas em relação às outras, gerando assim uma discriminação. Isto é possível por que essa parcela da população não tem culpa de vivenciar esse ciclo, onde em vez de estudar tem que trabalhar para aumentar a renda familiar, e muitas vezes por falta de informação têm muitos filhos.
Essa discriminação tem seu lado negativo, onde o mérito da pessoa desfavorecida é tirado, pois ela não chega ao auge por si próprio e sim pelas oportunidades que lhe são oferecidas.

O Contrato Social por Rousseau

     Rousseau tinha vários conceitos e princípios, como o " homem em seu estado natural é do bem", "são as relações sociais que corrompe o homem", entre outros. Dentre esses princípios, tinha o conceito de contrato social, onde ele dizia que somos governados e damos poder ao governante. As leis existem para atender a maioria, nunca conseguiremos atender o todo. O Estado precisa ser reinventado para que possa atender todas as classes sociais.
      Se a sociedade se unisse, poderia se revoltar contra a autoridade do Estado com grandes perspectivas, porém quanto mais ele puder governar e ter poder, melhor será para ele, enquanto nós continuaremos sendo súditos, sendo dominados.

Agindo de má fé


Até quando vamos responsabilizar os outros por nossos atos? A mentira está tão frequente e comum entre as pessoas, que está se tornando imperceptível! Ás vezes a mentira é tão convincente, que até a pessoa que está praticando, acredita. Sim, isso acontece. Agir de má fé, é nos enganar intencionalmente, sendo isto, um crime. Quando uma pessoa inventa  uma mentira e a conta como se fosse um fato verdadeiro, mesmo não causando prejuízo financeiro ou algo do tipo, uma história fraudulenta está sendo passada adiante, caracterizando assim um crime. A má fé torna-se ainda mais comum quando o indivíduo está livre, pois esta ideia de liberdade já o deixa ciente que ele é responsável pelos seus atos e a imprevisibilidade das consequências destes o deixa angustiado facilitando a criação da mentira. Agir de má fé é uma desculpa, um ato ruim do homem, que prefere culpar o outro pelo seus atos, se ausentando da liberdade. Desejamos tanto a liberdade e mesmo com ela conseguir errar. Então tenha a capacidade de assumir o que faz e lembre-se sempre: com a liberdade vem suas responsabilidades!

Os valores que foram sendo perdidos

Com o passar do tempo, os nossos valores que antes eram considerados nobres, passaram a não valer absolutamente nada! O respeito, a honestidade, a perseverança já não são valorizadas como antigamente. E com isso, não são todos que os têm.
É difícil achar pessoas honestas que agem pensando no próximo, que têm compaixão e que fazem de tudo para um mundo melhor.
Tudo se baseia em dinheiro e felicidade, mesmo que uma pessoa, que é igual a você seja prejudicada.

A crise no Oriente Médio

Vimos durante um bom tempo crises eclodindo em vários países do Oriente Médio, como o Egito e a Líbia. Onde o povo se revoltou contra os seus líderes, que usavam a repressão como forma de governo e isso durante décadas.
O povo fez o certo, lutou pelos seus direitos e conseguiu, já que os presidentes não resistiram à pressão. Não só da população dos países, mas de todo o mundo.

Não penso, não existo, só assisto.


A democracia veio na esperança de haver direitos, igualdade, liberdade de expressão... Mas mesmo que contraditório, a verdade é que a democracia é a pior das ditaduras possíveis, pois com esta, hoje temos a possibilidade de pensar, mas não conseguimos, porque nossa mente é controlada pela publicidade. Após tantas lutas, o resultado não é convincente, nos tornamos seres cada vez mais alienados e não precisamos nem pensar, pois antes de formar uma ideia, já temos esta pronta, ao ler um jornal ou assistir televisão. A mídia é tão massificada, que todos passam a ter um mesmo pensamento e quem se opões a eles, é evitado a fim de ser eliminado. A alienação anula o auto conhecimento, onde não conseguimos nos perceber nem dar informações sobre nós mesmos. Quanto maior nossa ignorância, menor nossa capacidade de falar, opinar e divergir do pensamento massificado, facilitando assim a impercepção dessa falsa democracia.

                                                                                                       Clara

A falsa liberdade

A busca pela liberdade é constante, sempre queremos alcançá-la, mas nunca conseguiremos, simplesmente porque esta não existe. Os jovens são protagonistas dessa busca sem fim e tiram do prazer uma falsa sensação de liberdade. Quando completam 18 anos então, a maioria já se acha livre, principalmente por poder ingerir bebidas alcoólicas e fumar cigarros legalmente. Porém, esses jovens, dificilmente percebem que em vez de livres, estão presos, no vício da droga. Na verdade, é tudo condicionamento. No exemplo das drogas, somos condicionados a gastar todo o nosso dinheiro com estas, a fim de sustentar o vício. É o jovem que massifica, que impõe maus valores, apresentando prazeres aos outros, que recebem isso como liberdade. Haveria liberdade se tivéssemos o poder de escolher tudo e viver sem precisar de ninguém, mas não importa o que, sempre vamos depender de algo, já que somos seres limitados e determinados.  Liberdade (a falsa) virou sinônimo de consumismo  e pensamento individual, onde através desses últimos, fortalecemos cada vez mais o consumismo e consequentemente o capitalismo.

                                                                                                                  Clara