Não damos mais o valor necessário para aquilo que merece ser dado. Gastamos muito, usamos muito. O mesmo dinheiro na qual poderíamos estar ajudando o próximo, gastamos com roupas, festas e coisas fúteis para a nossa vida. E tudo por causa da mídia.
A mídia nos lança todos os dias, mensagens e mais mensagens, que não nos deixa pensar e assim, seguimos aquilo que nos é passado. Compramos uma roupa da moda, um celular novo, vamos para tal festa... sem a real necessidade de fazer isso.
Muitas de nossas ações são por caprichos nossos, para nos mostrarmos e termos o chamado "status", para que assim possamos ser reconhecidos pela sociedade.
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Edmund Burke e seu conceito de Estado.
Diferentes filósofos argumentaram sobre a formação do Estado. Entre eles, está Edmund Burke, o qual apresenta relação entre Estado, povo e poder. Segundo Burke, o Estado é uma união de elementos, que é o povo. A concentração de vontade do povo dá ao mesmo poder, pois juntos, um ato tem mais poder. Quanto maior a união do povo com Estado maior o poder, ou seja, se o povo e o Estado andarem juntos, da mesma maneira, maior poder estará concentrado no Estado, indicando a direção correta.
De acordo com Burke, havia superioridade entre raças, a qual determinava a qualidade de um povo. Quanto melhor a raça melhor o Estado, assim, um Estado formado por uma raça superior é diferente de um Estado formado pela raça inferior. A partir desse conceito de superioridade entre raças que surgiu o tão conhecido nazismo na Alemanha, que casou o Holocausto e matou milhões de pessoas.
Desobediência à lei
Ao pensarmos em desobedecer à lei, primeiramente imaginamos algo ruim e prejudicial. Entretanto, há argumentos que defendem que são essas desobediências, revoltas e revoluções que mudou e fez história.
À custa de atos de desobediência civil mudou-se muitas formas de viver, como o exemplo das mulheres, que conseguiram adquirir direitos como os homens, Martin Luther que compateu o preconceito racial entre outros revoltosos que batalharam pela liberdade e direito de fala em que vivemos nos dias atuais.
Há diversos argumentos contra, como o que diz que a desobediência faz pensarmos que apenas teremos justiça se desobedecermos, porém, se a lei de um é injusta, pode-se votar em outro de forma que tal lei não exista mais.
À custa de atos de desobediência civil mudou-se muitas formas de viver, como o exemplo das mulheres, que conseguiram adquirir direitos como os homens, Martin Luther que compateu o preconceito racial entre outros revoltosos que batalharam pela liberdade e direito de fala em que vivemos nos dias atuais.
Há diversos argumentos contra, como o que diz que a desobediência faz pensarmos que apenas teremos justiça se desobedecermos, porém, se a lei de um é injusta, pode-se votar em outro de forma que tal lei não exista mais.
As origens patriarcais e matriarcais
Há duas correntes de origem do estado, a patriarcal e a matriarcal, onde a primeira defende a ideia de que o líder é como um pai para os seus súditos, o pater. Como numa casa, onde, na maioria das vezes é a figura do homem tem o poder de decisão, e a partir disso surgiu o Estado.
Já a matriarcal, diz que a figura do pai sugere dúvidas, e a mãe, como é a progenitora, não deixa que existam dúvidas, assim a sociedade e o estado teriam se originado a partir de uma mãe, aquela que dá a luz.
Já a matriarcal, diz que a figura do pai sugere dúvidas, e a mãe, como é a progenitora, não deixa que existam dúvidas, assim a sociedade e o estado teriam se originado a partir de uma mãe, aquela que dá a luz.
Thomas Hobbes
"O homem é o lobo do homem."
Segundo Hobbes, o homem em seu estado natural não é sociável e sim feroz, vivendo sempre em guerra e lutando pelo seu poder, ja que a tendência do mesmo é sempre querer o domínio sobre o outro. Assim, para sair desse estado considero caótico, os indivíduos deveriam ceder a sua liberdade à um homem, o qual se encarga e conter guerras.
Hobbes defendia o absolutismo, acreditando que o poder deveria ser centralizado na mão de um monarca, mas não descartou a forma republicana de governar, ja que considerou que os direitos da sociedade estariam alienados aos direitos individuas de uma única pessoa.
Segundo Hobbes, o homem em seu estado natural não é sociável e sim feroz, vivendo sempre em guerra e lutando pelo seu poder, ja que a tendência do mesmo é sempre querer o domínio sobre o outro. Assim, para sair desse estado considero caótico, os indivíduos deveriam ceder a sua liberdade à um homem, o qual se encarga e conter guerras.
Hobbes defendia o absolutismo, acreditando que o poder deveria ser centralizado na mão de um monarca, mas não descartou a forma republicana de governar, ja que considerou que os direitos da sociedade estariam alienados aos direitos individuas de uma única pessoa.
Realidade virtual, algo nunca antes pensado?
Pensamos instintivamente que as novas tecnologias e a nova realidade que podemos viver, a realidade virtual, é algo novo, que nunca foi pensado anteriormente, entretanto, nos enganamos.
Para algo ser criado pela ciência tem que ser antes conceituado pela filosofia, isso acontece desde a Grécia antiga, onde o homem começou a buscar explicações racionais para tudo a sua volta. Assim, a filosofia esteve sempre a frente da ciência, porém, quando os filósofos pensam em algo antes que a ciência o transforme em matéria, geralmente, são considerados insanos. Como ocorreu com o filósofo Santo Aberlado, que havia falado sobre a possibilidade de vivermos outra realidade, mas ninguém o escutou. Então, lembre-se que tudo que é considerado novo para a ciência, ja foi conceituado pela filosofia.
Raianne
Raianne
Industria Cultural
O que passa pela sua cabeça quando você pensa em cultura? Um conjunto de crenças e costumes de um povo? Não, a cultura não se baseia apenas nisso.
E agora, tem certeza que é livre? Lembre-se que ideia é poder, nada é maior que ela.
Raianne
A cultura, além de ser um conjunto de conhecimentos adquiridos pelo homem de acordo com a sociedade, é também uma forma de acumulação capilatista, onde forma-se a Industria Cultural.
A Industria Cultural vulgariza as artes e os conhecimentos, definindo a cultura como lazer e entretenimento, ou seja, tudo o que pode gerar prazer. Tem o objetivo de massificar e eliminar o diferente, com isso, absorve tudo o que lhe é contrário e transforma em algo comercializado, que lhe favoreça.
Essa grande industria evolui a partir da midia, tanto através da televisão como do rádio, os quais servem para fazer as pessoas absorverem ideias inconscientemente, criando a ilusão de que todos tem o direito de escolher o que deseja.
Raianne









